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Chega de acidentes

28 de Maio de 2010

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A ONU (Organização das Nações Unidas) anunciou recentemente que entre 2011 e 2020 será a Década de Ações para a Segurança no Trânsito, numa nação que envolve os 192 países membros. A meta é estabilizar e reduzir o número de acidentes de trânsito no mundo, através de medidas durante os próximos 10 anos. Atualmente, o número de mortes em conseqüência de acidentes chega a 1,3 milhões ao ano, conforme dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) e a estimativa é que alcance a casa dos 2 milhões em 2020, se nada for feito.

No Brasil, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária), em parceria com Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro e da Trânsito Amigo – Associação de Parentes, Amigos e Vítimas de Trânsito, iniciou, em setembro de 2009, movimento  pela implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária no Brasil, o Chega de Acidentes.  A ação inclui a implantação de um contador que estima a quantidade de vítimas do trânsito brasileiro e também o impacto econômico dos acidentes. A contagem teve início em 18 de setembro de 2009, data do nascimento do movimento, e só vai parar quando um Plano Nacional de Segurança Viária for implantado no País.  Para participar do movimento e ter acesso ao contador basta acessar o site www.chegadeacidentes.com.br .

Desde o início da estimativa, em 18/09/2009 até o dia 16/03/2010, o contador já havia computado 18.388 vítimas fatais e 58.254 hospitalizadas. Já o impacto econômico corresponde a cerca de R$ 16 bilhões, valor que pagaria 327 hospitais de reabilitação. Com a realização dessa campanha espera-se chamar a atenção da sociedade e das autoridades para o crescente número de acidentes e mortes no trânsito. Outro dado significante é do Ministério da Saúde, que  mostra uma realidade crescente em relação aos números de acidentes de trânsito. No Brasil, no ano de 2007, morreram 37.407 pessoas – um aumento de quase 3% em relação as 36.367 vítimas em 2006- e 118.511 foram feridas e internadas, em decorrência de acidentes de trânsito. Além disso, o País ocupa hoje a 5ª posição mundial em quantidade absoluta de fatalidades no trânsito, depois da Índia, China, Estados Unidos e Rússia, e à frente do Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito.

Fonte: O Carreteiro

Semeando o bem

26 de Fevereiro de 2010

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A transportadora de cargas RTE Rodonaves realizou no início de fevereiro o pré-lançamento da gincana “Semeando o Bem” para suas unidades. A ideia é criar uma rede de solidariedade para conseguir arrecadar o maior volume de donativos possível. Tendo como um de seus princípios a responsabilidade social, a empresa também desenvolve ações e campanhas sociais que incentiva clientes, fornecedores, colaboradores e parceiros a praticar a solidariedade.

A cerimônia de abertura da gincana será no Theatro Pedro II em 22 de julho e tem previsão para terminar em 05 de novembro, quando a empresa completa 30 anos. Durante o período da coleta, as equipes deverão vencer diversos desafios. O primeiro será analisar e apontar para a RTE Rodonaves entidades que necessitam de doações. “A gincana cumpre seu objetivo, que é levar donativos para aqueles que precisam e estimular a solidariedade entre os participantes. Este ano, aumentamos a quantidade de arrecadação, e tenho certeza que vamos alcançar nossa meta”, explica Vera Marabin Naves, diretora financeira e coordenadora do projeto.

A expectativa de arrecadação é de 90 toneladas de alimentos e produtos de higiene e limpeza. A entrega para as instituições beneficentes será realizada em novembro.

Campanha – Iniciado em 2001, o projeto contra a fome é alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). No início, chamava-se gincana “Alimente Quem Tem Fome”. Em 2010 a RTE Rodonaves mudou o nome da gincana para “Semeando o Bem”, que arrecada, além de alimentos, produtos de higiene e limpeza. Parceiros, clientes e fornecedores também são convidados a participar e a envolver sua cadeia de relacionamento na proposta.

Escopo da Gincana – Uma comissão organizadora cria o regulamento, organiza as equipes e estabelece as metas. A definição dessas necessidades (o que arrecadar, para quem destinar, como e quando encaminhar as doações) é feita a partir de levantamento realizado nas cidades participantes. A idoneidade das instituições é avaliada pela Comissão Organizadora e por representantes das equipes por meio de visitas e documentos.

Histórico – Nas gincanas realizadas em 2001, 2003, 2005 e 2007 foram arrecadadas aproximadamente 160 toneladas de donativos, sendo que em 2007 a RTE bateu seu recorde, arrecadando 75,6 toneladas.